Paisagens Cariocas

projeto PRODOC:

Gestão compartilhada do Patrimônio Cultural brasileiro (914BRZ4018)

Projeto 1/2017 IPHAN (AS-1949/2017) – UNESCO (573382)

paisagens
 

queremos: “... promover a proteção, gestão e planejamento sustentáveis de paisagens de todo o mundo, através da adoção de convenções da paisagem nacionais, que reconheçam a diversidade e os valores de todas as paisagens, e adotem princípios e processos relevantes para salvaguardar os recursos da paisagem em cada local”.

Convenção Global da Paisagem, IFLA

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Gestão compartilhada do Patrimônio Cultural brasileiro (914BRZ4018). Projeto 1/2017 IPHAN (SA-1949/2017) – UNESCO (573382): A Paisagem Cultural como foco
 

A leitura da paisagem cultural é muito mais ampla do que se supõe. Este fascinante estudo não se limita à leitura do homem e de suas marcas sobre um mundo natural incessantemente sujeito às transformações que ele lhe imprime. Mais do que isto, exige a percepção das formas como a paisagem atua sobre suas atividades, uma relação mútua que influi, condiciona ou determina condições biológicas e de todas as manifestações da cultura. Difere substancialmente da visão ecológica que enfatiza processos biológicos. Inclui todos elementos do mundo natural, rural e urbano, as interações entre todos eles e o conjunto de processos que constituem. Todas as paisagens, desde que transformadas, representadas ou simplesmente pela forma como são percebidas pelo homem, têm significado cultural.

(De Moura Delphim, Estudo sobre a Paisagem Cultural Brasileira, 2006, pág. 1) 

 

Com caráter geral, as paisagens cariocas podem compartilhar alguns princípios e valores. A partir de aí, podemos definir os objetivos gerais e transferindo essa ideia a cada um dos locais analisados, os objetivos particulares. Como resumo da metodologia proposta, o presente documento deve definir os instrumentos que vão ser construídos como base das diretrizes, normas e recomendações.
Dentro do projeto PRODOC, no Rio de Janeiro estamos desenvolvendo perspectivas diferentes de instrumentos já característicos da ação do IPHAN como são os Planos de Ação (IPHAN, 2009), as Portarias (Motta & Thompson, 2010) ou os próprios Tombamentos (Rabello, 2009; IPHAN, 1986), só que com uma aproximação paisagística, sistémica, transdisciplinar e holística mais aprofundada, de maior escala e trabalhando sobre as experiencias e processos históricos já consolidados na instituição. 


A proposta atual na sua versão Produto 05 inclui a releitura dos tombamentos assim como diretrizes para os instrumentos e mecanismos setoriais, urbanísticos, ambientais e territoriais de proteção e desenvolvimento. Também inclui ações para o a compreensão e preservação integrada das paisagens e dos bens, e para uma gestão compartilhada e eficaz, em forma de Planos de Ação, que incluem determinações à escala municipal, dos sistemas territoriais e dos entornos dos bens protegidos. Por último, o trabalho inclui, também, novas propostas de portarias estruturadas, de acordo com a metodologia do projeto, em diretrizes para paisagens de interesse, morfotipos, sistemas e unidades da paisagem.
 

 
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